greve começou com tudo no edifício-sede, Patriarca e Nasbe. Na Central, foi instalado um carro de som em que os oradores revezam para dar dicas aos funcionários, falar da deliberação da assembléia e convocar o pessoal para o ato na Assembléia Legislativa às 14h.
O presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, João Vaccari, lembrou que a responsabilidade pela deflagração da greve é dos interventores que se recusaram a renovar o acordo coletivo “tal qual existe hoje”.
“Não estamos propondo nenhuma cláusula nova. O impasse foi colocado pela própria diretoria do banco que não quis renovar o acordo vigente.”
O dirigente destacou que todos os trâmites legais para a realização da greve foram cumpridos e alertou os funcionários a não aceitarem nenhum tipo de pressão.
Orientações:
A legislação estabelece que o patrão não pode constranger o funcionário em greve. Os diretores do banco afirmam que isso não está acontecendo. Caso você seja convocado ou obrigado a assinar lista, peça a alguém para testemunhar o constrangimento e denuncie ao Sindicato.
Todas as reuniões devem acontecer fora das agências
Façam um revezamento de funcionários nas compensações.
Deve ficar de plantão um operador que garanta o processo de compensação. Nas agências um funcionário deve entrar para liberar os cheques para compensação. Não é necessário abrir a agência.
Os funcionários devem auxiliar no esclarecimento dos clientes, explicando a importância da greve e da não privatização do Banespa.
A Afubesp e demais entidades do Comando estão mantendo plantão para informações. Para falar com a Afubesp, ligue para (11) 3115-0088
fonte: AFUBESP