Sem nova proposta, greve completa duas semanas fortalecida

A greve dos bancários completa duas semanas nesta segunda-feira 19 sem qualquer contato dos bancos para retomar as negociações. O movimento é cada vez mais forte. Na sexta-feira 16, foram cerca de 60 mil trabalhadores parados em 828 locais de trabalho, sendo 804 agências e 24 centros administrativos em São Paulo, Osasco e região. No Brasil, em todos os 26 estados e no Distrito Federal, pararam 12.277 agências e 44 centros administrativos.

O Comando Nacional dos Bancários, que se reúne semanalmente em São Paulo, já avisou à federação dos bancos (Fenaban) que aguarda uma proposta digna de ser apresentada aos trabalhadores.

Enquanto a resposta não vem, agências de diversas regiões da capital e da região de Osasco, o Complexo São João e Verbo Divino do Banco do Brasil, além da CSI na Rua 15 de Novembro seguem parados.

“Os bancos não fazem nova proposta há mais de 20 dias. Ao invés de valorizar os principais responsáveis pelos seus lucros bilionários, tentam impedir o direito de greve dos trabalhadores”, critica Juvandia Moreira, presidenta do Sindicato e coordenadora do Comando.

Mas não estão conseguindo. A paralisação deste ano já é uma das mais fortes desde 2004. “Os bancários sabem do seu valor, da importância que têm, da contribuição que dão para os exorbitantes resultados do setor. Não vão sair da greve sem um reajuste digno e a certeza de que as condições de trabalho vão melhorar”, reforça a dirigente, lembrando da importância da participação de cada um. “Braços cruzados significam prejuízo para os bancos. É a única linguagem que eles entendem. Temos paralisado setores estratégicos, mas quanto mais conseguirmos fechar, mais força teremos, maior será a pressão para que eles retomem as negociações”, convoca.

Assembleia hoje – Venha ajudar a fortalecer ainda mais a greve. A partir das 17h, os trabalhadores se reúnem na Quadra dos Bancários (Rua Tabatinguera, 192, Sé) para debater em assembleia organizativa os rumos e novas estratégias para o movimento. Leve crachá do banco e documento com foto para o credenciamento.


Seeb-SP

A greve dos bancários completa duas semanas nesta segunda-feira 19 sem qualquer contato dos bancos para retomar as negociações. O movimento é cada vez mais forte. Na sexta-feira 16, foram cerca de 60 mil trabalhadores parados em 828 locais de trabalho, sendo 804 agências e 24 centros administrativos em São Paulo, Osasco e região. No Brasil, em todos os 26 estados e no Distrito Federal, pararam 12.277 agências e 44 centros administrativos.

> Greve paralisa 60 mil em 828 locais

O Comando Nacional dos Bancários, que se reúne semanalmente em São Paulo, já avisou à federação dos bancos (Fenaban) que aguarda uma proposta digna de ser apresentada aos trabalhadores.

Enquanto a resposta não vem, agências de diversas regiões da capital e da região de Osasco, o Complexo São João e Verbo Divino do Banco do Brasil, além da CSI na Rua 15 de Novembro seguem parados.

“Os bancos não fazem nova proposta há mais de 20 dias. Ao invés de valorizar os principais responsáveis pelos seus lucros bilionários, tentam impedir o direito de greve dos trabalhadores”, critica Juvandia Moreira, presidenta do Sindicato e coordenadora do Comando.

Mas não estão conseguindo. A paralisação deste ano já é uma das mais fortes desde 2004. “Os bancários sabem do seu valor, da importância que têm, da contribuição que dão para os exorbitantes resultados do setor. Não vão sair da greve sem um reajuste digno e a certeza de que as condições de trabalho vão melhorar”, reforça a dirigente, lembrando da importância da participação de cada um. “Braços cruzados significam prejuízo para os bancos. É a única linguagem que eles entendem. Temos paralisado setores estratégicos, mas quanto mais conseguirmos fechar, mais força teremos, maior será a pressão para que eles retomem as negociações”, convoca.

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Assembleia hoje – Venha ajudar a fortalecer ainda mais a greve. A partir das 17h, os trabalhadores se reúnem na Quadra dos Bancários (Rua Tabatinguera, 192, Sé) para debater em assembleia organizativa os rumos e novas estratégias para o movimento. Leve crachá do banco e documento com foto para o credenciamento.

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