Congresso da FES-UGT: Insatisfação mundial contra o Santander
Começou ontem e prossegue hoje o terceiro congresso da FES-UGT, seção Santander, em Segóvia, noroeste da Espanha, uma região serrana, ainda nevada, com fortes ventos com sensação térmica abaixo de 0º C.
Sâo cerca de 110 delegados de todas as seções regionais. O tema comum são as estripolias desse banco que ainda se define como o melhor lugar para trabalhar. Bastam algumas conversas para perceber as dificuldades e a crueldade do banco espanhol espalhado pelo mundo. A lista é enorme: dificuldade para fazer acordo e quando da depois de muita luta, não cumpre. Exploração na jornada de trabalho, assédio moral, intransigência, demissões, desrespeito aos aposentados e nenhum compromisso social.
Paulo Salvador, dirigente executivo do sindicato dos Bancários de São Paulo e presidente da Afubesp participou a convite e foi o primeiro discursar entre os convidados internacionais. Realçou as lutas no Brasil e a adesão ao ‘mano a mano por nossos direitos’ campanha da UGT. Salvador competiu o mano, das mãos, com a gíria brasileira de que manos são ‘irmãos, los hermanos’. Pediu solidariedade na luta pelo resgate das dívidas do Santander com pessoal do Banespa, em particular, com os aposentados.
A direção da FES-UGT defendeu em vários momentos a união de todos os sindicatos em todos países na luta contra os desmandos do Santander e pela realização de um acordo marco global, como obrigações básicas do Santander em todos os países.
Afubesp







