Qualidade de vida redescobre lugares da zona sul de São Paulo

A chuvinha insistente e o frio que chegou junto com ela não impediram que os 37 participantes do Programa Qualidade saíssem rumo à zona sul da capital paulista, no último dia 18 de maio, para conhecer dois espaços lindos da cidade, dentro do
projeto Redescobrindo São Paulo. A primeira parada foi no Solo Sagrado, lugar construído para ser o protótipo do Paraíso na terra.
A beleza do espaço não pode ser totalmente apreciada pelos colegas, pois o tempo pela manhã estava muito ruim. Porém, o passeio teve seu valor com aplicação do Johrei – uma oração ou método de canalização de energia espiritual para purificação do espírito da Igreja Messiânica – pelo ministro Marcos Akira Korihara.
Em silêncio, os banespianos ouviram as palavras do ministro, que exaltou a prosperidade trazida pela chuva e fez agradecimentos às coisas que rodeiam os homens: família, alimento, animais, por exemplo. “Agradecemos a Deus pelo livre arbítrio. E lembramos que Deus só pode entrar em nossas vidas se O deixarmos entrar”, ressaltou. Nos minutos finais do Johrei, o único som ouvido foi da chuva e o sentimento de paz estampou o rosto de cada um dos presentes.
Ao final, os colegas conheceram a história da construção do Solo Sagrado em São Paulo, que fica as margens da Represa do Guarapiranga e é o único no Continente Americano.
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Parelheiros como nunca se viu

De lá, o programa seguiu para outro belo e interessante espaço, o Centro Paulus, um refúgio cercado de natureza e cultura em pleno bairro de Parelheiros, no extremo sul da capital paulista. Estilo rústico, com artesanatos em cada espaço, o local – mesmo com chuva – é de encher os olhos.
Divididos em dois grupos, os colegas exploraram as casas que compõem o centro. Enquanto uns faziam oficina de pães, outros conheciam a Galeria de Arte, que sempre traz exposições interessantes para o público, com novidades a cada 3 ou 4 meses. A da vez apresenta artistas sertanejos que esculpem em madeira, com muita ou pouca intervenção no material.
O local ainda abriga uma hospedaria, um albergue, área para cursos, roteiro de ecoturismo – impossível de ser trilhado naquele dia por conta do mau tempo. Todas as belezas presentes não são maiores, no entanto, do que o modelo do negócio que foi baseado na Antroposofia (conhecimento do ser humano). Ela foi responsável por proporcionar o desenvolvimento e o empoderamento das pessoas que ali trabalhavam e agora são donas do espaço, que também se desenvolveu através da atividade turística, já que está incrustada em uma Área de Proteção Ambiental, e de forma sustentável.
Texto: Érika Soares
Fotos: Camila de Oliveira







