Lesionados cobram igualdade de direitos
Uma das lutas permanentes da categoria bancária é pela igualdade de direitos e de oportunidades em todos os locais de trabalho. Atualmente o trabalhador lesionado – o colega afastado em função de doença ocupacional adquirida devido à sobrecarga de tarefas e condições inadequadas de ambiente de trabalho – tem sido duplamente penalizado pelas empresas: além de estar doente, ainda tem vários direitos reduzidos em relação aos demais bancários.
O tíquete-refeição (R$ 13,42), por exemplo, é suspenso após o 15º dia de afastamento do bancário pelo INSS. A cesta-alimentação (R$ 230) deixa de ser concedida após seis meses de afastamento. O pagamento da PLR cai para o correspondente a 1/12 por mês trabalhado.
“Essa situação tem de mudar. O bancário não fica doente porque quer. Ele é uma vítima das condições inadequadas de trabalho impostas pelos bancos”, afirma o secretário de Saúde do Sindicato de São Paulo, Walcir Previtale Bruno. “Nossa exigência é que os lesionados mantenham todas as conquistas da categoria, sem qualquer tipo de redução”.
fonte: Seeb SP